
{"id":1325,"date":"2020-10-23T20:46:19","date_gmt":"2020-10-23T23:46:19","guid":{"rendered":"https:\/\/beta.desenrolaenaomenrola.com.br\/2020\/10\/23\/quebrada-maps-reune-jovens-e-criancas-para-criar-uma-nova-geografia-de-sp\/"},"modified":"2024-06-29T21:11:43","modified_gmt":"2024-06-30T00:11:43","slug":"quebrada-maps-reune-jovens-e-criancas-para-criar-uma-nova-geografia-de-sp","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/quebrada-tech\/quebrada-maps-reune-jovens-e-criancas-para-criar-uma-nova-geografia-de-sp\/","title":{"rendered":"Quebrada Maps re\u00fane jovens e crian\u00e7as para criar uma nova geografia de SP"},"content":{"rendered":"<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"text\">\n<p>Com a educa\u00e7\u00e3o e o direito \u00e0 cidade como principal foco de discuss\u00f5es, o projeto re\u00fane professores, jovens e crian\u00e7as das periferias de S\u00e3o Paulo, para investigar a hist\u00f3ria&nbsp;de bairros, utilizando ferramentas educativas de mapeamentos cartogr\u00e1ficos e geolocaliza\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"readmore\"><\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"image\" style=\"text-align: center;\">\n<div class=\"eb-image style-clear\">\n<div class=\"eb-image-figure is-responsive\">\n<p>\t\t\t\t\t<a class=\"eb-image-viewport\"><\/a><\/p>\n<p><a class=\"eb-image-viewport\"><br \/>\n<\/a><a class=\"eb-image-viewport\">\t\t<\/a><\/p>\n<\/div>\n<div class=\"eb-image-caption\">\n\t\t\t<span>Foto: Thais Cerqueira<\/span><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"text\">\n<p>O professor de geografia Wellington Fernandes, 34, transformou sua pesquisa de mestrado em uma metodologia pedag\u00f3gica capaz de compartilhar t\u00e9cnicas de produ\u00e7\u00e3o de cartografia e mapeamentos para jovens e crian\u00e7as, visando contar hist\u00f3rias invis\u00edveis sobre os bairros perif\u00e9ricos de S\u00e3o Paulo, onde os participantes das atividades do projeto residem.<\/p>\n<p>Fernandes conta que o mestrado possui um guia que mostra como trabalhar com mapas, pensando especificamente nas periferias. Uma das inspira\u00e7\u00f5es do professor \u00e9 baseada na cartografia ind\u00edgena, que traz em sua ess\u00eancia uma linguagem de disputa por territ\u00f3rio. Logo ele viu que poderia implementar essa l\u00f3gica, para construir uma nova geografia da cidade.<\/p>\n<p>&#8220;Uma geografia conectada com a periferia, conectada com o conte\u00fado&#8221;, define o criador do projeto Quebrada Maps. Ele enfatiza que a partir desse prop\u00f3sito, decidiu levar sua pesquisa para al\u00e9m dos espa\u00e7os acad\u00eamicos, tornando a escola p\u00fablica da quebrada em um dos espa\u00e7os de atua\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&#8220;A cartografia hegem\u00f4nica n\u00e3o d\u00e1 conta de contar nossas hist\u00f3rias, a\u00ed no rol\u00ea com a juventude na escola, a gente chegou a\u00ed com a galera do quebrada maps&#8221;, afirma ele, relembrando que esse foi o processo para o desenvolvimento da pesquisa at\u00e9 ela ganhar o nome: Quebrada Maps .<\/p>\n<p>Fernandes faz quest\u00e3o de relembrar o momento que entendeu junto com os estudantes qual seria o objetivo da exist\u00eancia do Quebrada Maps. &#8220;Vamos por em tona todas as nossas territorialidades das nossas quebradas e nossos lugares no mapa, s\u00f3 que mano o trampo \u00e9 grande, pois n\u00f3s temos muita hist\u00f3ria&#8221;, diz.<\/p>\n<p>Ele complementa afirmando a prioridade de disseminar essa metodologia na quebrada. &#8220;O lance \u00e9 que mais pessoas possam fazer isso, ent\u00e3o al\u00e9m de fazer um exerc\u00edcio de contar outras hist\u00f3rias, tamb\u00e9m \u00e9 de fortalecer que outras pessoas contem a hist\u00f3ria&#8221;.<\/p>\n<p>O processo de desenvolvimento de uma nova cartografia que fale sobre o territ\u00f3rio passa por uma din\u00e2mica que usa solu\u00e7\u00f5es tecnologias de mapeamento e geolocaliza\u00e7\u00e3o vai da teoria \u00e0 pr\u00e1tica. &#8220;A gente usa o Google Maps pra fazer as edi\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias. Quando d\u00e1 a gente tamb\u00e9m usa o Open Street Map, que \u00e9 uma base aberta de dados livres, onde voc\u00ea consegue tamb\u00e9m editar a base de uma maneira muito mais ampla do que no Google&#8221;.<\/p>\n<p><span>A viv\u00eancia com os moradores das periferias tamb\u00e9m se torna um grande diferencial para tornar a cartografia com a cara da quebrada. &#8220;A gente fala: aonde voc\u00ea comprou doce t\u00e1 a\u00ed no mapa? Voc\u00eas acham que a tia que vende coxinha aqui na frente da escola ia curtir estar no mapa&#8221; De repente, a gente pode at\u00e9 perguntar pra ela&#8221;, explica o professor, que a partir dessa concep\u00e7\u00e3o come\u00e7a criar um mapa colaborativo com alunos de escolas p\u00fablicas.<\/span>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"heading\">\n<h2>\n&nbsp;&#8220;A gente rompe o muro da escola e vai pros galp\u00e3o de constru\u00e7\u00e3o dos pr\u00e9dios na favela&#8221;<span>&nbsp;<\/span><\/h2>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"text\">\n<p>&nbsp;&#8220;Ao mesmo tempo o fortalecimento da autoestima dos alunos, mas tamb\u00e9m da constru\u00e7\u00e3o do sujeito pol\u00edtico dele, tipo as meninas que participam , como elas conseguem pensar no mapa a partir do g\u00eanero, como ela consegue pensar o mapa a partir de um lugar de cuidado, ou a partir de um lugar de inseguran\u00e7a, \u00e9 como a gente vai construindo o conte\u00fado a partir desses indiv\u00edduos&#8221;, explica J\u00e9ssica Cerqueira , 28, moradora do S\u00e3o Miguel Paulista, e uma das educadoras que ministra oficinas no projeto.<\/p>\n<p>Os educadores procuram levar o Quebrada Maps para al\u00e9m dos muros das escolas, para que os estudantes possam falar com mais pessoas, e desta forma, construir e transportar hist\u00f3rias cartogr\u00e1ficas do territ\u00f3rio perif\u00e9rico para o mundo virtual.<\/p>\n<p>Um desses territ\u00f3rios \u00e9 a Favela do Sap\u00e9, localizada no distrito do Rio Pequeno. O bairro passa por um forte processo de especula\u00e7\u00e3o imobili\u00e1ria e isso reflete na qualidade de vida dos moradores da regi\u00e3o. &#8220;A gente fazia a forma\u00e7\u00e3o dentro do galp\u00e3o de constru\u00e7\u00e3o dos pr\u00e9dios, com a galera ali da regi\u00e3o e da Raposo Tavares, a gente rompe o muro da escola e vai pros galp\u00e3o de constru\u00e7\u00e3o dos pr\u00e9dios na favela para conseguir dialogar com o territ\u00f3rio al\u00e9m da escola&#8221;, relata J\u00e9ssica.<\/p>\n<p>Ao relembrar sobre esse momento ela define: &#8220;foi potente demais a gente estar discutindo sobre um lugar que tinha n\u00e3o problemas, como a verticaliza\u00e7\u00e3o da favela do Sap\u00e9&#8221;.<\/p>\n<p>Um dos motivos dos educadores para desenvolver essa metodologia de mapeamento com que constr\u00f3i uma linguagem cartogr\u00e1fica da periferia foi justamente o fato de refletir sobre a desigualdade digital , que afeta os moradores das periferias e favelas.<\/p>\n<p>&#8220;Se a gente quisesse por exemplo fazer uma trampo do Quebrada Maps de forma digital com os alunos, talvez v\u00e1rios deles n\u00e3o poderia acessar, porque nem todos tem internet. \u00c0s vezes demora v\u00e1rios dias pra responder porque tava sem internet&#8221;, contextualiza Cerqueira.<\/p>\n<p>Atrav\u00e9s desta percep\u00e7\u00e3o de realidade dos estudantes sobre inclus\u00e3o digital nas periferias, ela faz um relato sobre um acontecimento na forma\u00e7\u00e3o com um dos seus alunos. &#8220;Eu lembro que na oficina a gente tirava duas ou tr\u00eas fotos e travava grande parte dos jovens, s\u00f3 quem tinha internet na hora chegava na oficina&#8221;, relembra a educadora, ressaltando que esse fator acabava distanciando os alunos que n\u00e3o tem plano de celular ou que s\u00f3 coloca cr\u00e9dito a cada seis meses para n\u00e3o perder o n\u00famero.<\/p>\n<p>A educadora entende que o papel do Quebrada Maps vai al\u00e9m de uma metodologia, mas sim um espa\u00e7o para cria\u00e7\u00e3o de reposit\u00f3rio de dados cartogr\u00e1ficos. Ela j\u00e1 consegue prever em quais situa\u00e7\u00f5es esses dados poderiam ser utilizados. &#8220;Em 2021, \u00e9 o ano do plano diretor da cidade n\u00e9 e como que a gente consegue de repente reverberar nessa constru\u00e7\u00e3o, como que a gente discute a cidade como periferia n\u00e3o sendo s\u00f3 o fund\u00e3o, s\u00f3 aonde as pessoas chegam pra dormir e tomar banho&#8221;, questiona.&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   has-nested\" data-type=\"gallery\">\n<div class=\"eb-gallery\">\n<div class=\"eb-gallery-stage\" data-plupload-drop-element=\"\">\n<div class=\"eb-gallery-viewport\" style=\"left: -200%;\">\n<div class=\"eb-gallery-item\" data-id=\"g029260296479356085\" style=\"left: 0%;\">\n<div class=\"ebd-block  is-nested is-isolated  \" data-type=\"image\" style=\"text-align: center; width: auto;\">\n<div class=\"eb-image style-clear\">\n<div class=\"eb-image-figure is-responsive\" style=\"width:1920px;height:1080px;\">\n<p>\t\t\t\t\t<a class=\"eb-image-viewport\"><br \/>\n<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/Wellington_Fernandes.jpg\" style=\"width:100.076%;height:100%;top:0%;left:-0.038%;\"><br \/>\n<\/a><\/p>\n<\/div>\n<div class=\"eb-image-caption\" style=\"width:1920px;\">\n\t\t\t<span>Foto: Wellington Fernandes<\/span><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"eb-gallery-item\" data-id=\"g06644455802393143\" style=\"left: 100%;\">\n<div class=\"ebd-block  is-nested is-isolated  \" data-type=\"image\" style=\"text-align: center; width: 100%;\">\n<div class=\"eb-image is-fluid style-clear\">\n<div class=\"eb-image-figure is-responsive\" style=\"padding-top:56.25%;\">\n<p>\t\t\t\t\t<a class=\"eb-image-viewport\"><br \/>\n<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/b2ap3_large_Wellington_Fernandes_2.jpg\" style=\"width:100%;height:133.3%;top:-16.65%;left:0%;\"><br \/>\n<\/a><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"eb-gallery-item active\" data-id=\"g03997937349758771\" style=\"left: 200%;\">\n<div class=\"ebd-block  is-nested is-isolated  \" data-type=\"image\" style=\"text-align: center; width: 100%;\">\n<div class=\"eb-image is-fluid style-clear\">\n<div class=\"eb-image-figure is-responsive\" style=\"padding-top:56.25%;\">\n<p>\t\t\t\t\t<a class=\"eb-image-viewport\"><br \/>\n<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/b2ap3_large_Thais_Cerqueira__20201023-205953_1.jpg\" style=\"width:100.304%;height:100%;top:0%;left:-0.152%;\"><br \/>\n<\/a><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"eb-gallery-button eb-gallery-next-button\">\n<i class=\"fa fa-chevron-right\"><\/i><\/div>\n<div class=\"eb-gallery-button eb-gallery-prev-button\">\n<i class=\"fa fa-chevron-left\"><\/i><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"eb-gallery-menu\">\n<div class=\"eb-gallery-menu-item\" data-id=\"g029260296479356085\">\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"eb-gallery-menu-item\" data-id=\"g06644455802393143\">\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"eb-gallery-menu-item active\" data-id=\"g03997937349758771\">\n<div><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"heading\">\n<h2>&nbsp;&#8220;Eu n\u00e3o sabia o que era o Google Maps at\u00e9 entrar no Quebrada Maps&#8221;<span>&nbsp;<\/span><\/h2>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"text\">\n<p><span>&#8220;Eu n\u00e3o sabia o que era o Google Maps at\u00e9 entrar no Quebrada Maps&#8221;, relata J\u00falia Isabel, 15, uma das alunas do projeto. Junto com a descoberta das ferramentas de cartografia e suas fun\u00e7\u00f5es sociais, a estudante tamb\u00e9m explorou hist\u00f3rias do seu bairro. O primeiro mapa constru\u00eddo por ela gerou um grande impacto ao perceber a import\u00e2ncia dos moradores para o territ\u00f3rio.<\/span><\/p>\n<p>&#8220;Atrav\u00e9s desse mapa eu conheci hist\u00f3ria da dona Lourdes, que usa plantas medicinais como rem\u00e9dio para fortalecer sua comunidade dentre v\u00e1rias outras hist\u00f3ria de resist\u00eancia perif\u00e9rica&#8221;, conta Julia, destacando que essa percep\u00e7\u00e3o veio logo no primeiro contato pr\u00e1tico com a produ\u00e7\u00e3o de um mapa que ganhou o nome de &#8216;Revanche da Quebrada&#8217;.<\/p>\n<p>Outra estudante, Jennifer Paiva, relembra como ela e seu grupo ficaram chocados quando descobriram a falta de visibilidade de seu territ\u00f3rio em cartografias virtuais. &#8220;Eu me senti desvalorizada, eu fiquei chocada no primeiro momento, e me perguntava por que meu territ\u00f3rio n\u00e3o estava no mapa, sendo que ela n\u00e3o est\u00e1 no mapa, mas est\u00e1 em quase todos os jornais&#8221;, questiona.<\/p>\n<p>A partir desta experi\u00eancia de se sentir fora do mapa, ele questiona ainda mais o motivo pelo qual seu bairro fica em evid\u00eancia em programas de notici\u00e1rio policialescos, mas n\u00e3o aparece no Google Maps. &#8220;Eu me vi perguntando tamb\u00e9m por que ele n\u00e3o aparece no mapa, como aparece no jornal, eles querem mostrar s\u00f3 o que \u00e9 ruim, n\u00e3o o que \u00e9 bom, e no mapa a gente pode mostrar o que \u00e9 bom&#8221;, acredita.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com a educa\u00e7\u00e3o e o direito \u00e0 cidade como principal foco de discuss\u00f5es, o projeto re\u00fane professores, jovens e crian\u00e7as das periferias de S\u00e3o Paulo, para investigar a hist\u00f3ria&nbsp;de bairros, utilizando ferramentas educativas de mapeamentos cartogr\u00e1ficos e geolocaliza\u00e7\u00e3o.&nbsp; Foto: Thais Cerqueira O professor de geografia Wellington Fernandes, 34, transformou sua pesquisa de mestrado em uma [&hellip;]&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":1321,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[25],"ppma_author":[76],"class_list":["post-1325","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-quebrada-tech","tag-quebrada-tech"],"acf":[],"authors":[{"term_id":76,"user_id":4,"is_guest":0,"slug":"tamires-reportergmail-com","display_name":"Tamires Rodrigues","avatar_url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/35c215435a0f86a060c20a4bd4798603805a5f3102383dc9b62822b867089d1e?s=96&d=mm&r=g","first_name":"Tamires","last_name":"Rodrigues","user_url":"http:\/\/","job_title":"","description":"<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/tamires.rodrigues.10421\"><i><\/i> \/tamires.rodrigues.10421<\/a>\r\n<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/tamy_rodriigues\/\"><i> <\/i> @tamy_rodriigues<\/a>\r\nTamires Rodrigues, 23, \u00e9 estudante de an\u00e1lise e desenvolvimento de sistemas e moradora do Jardim \u00c2ngela, zona sul de S\u00e3o Paulo. Em 2018, ela se formou em Pr\u00e1ticas Jornal\u00edsticas Nas Periferias pelo programa de forma\u00e7\u00e3o Voc\u00ea Rep\u00f3rter da Periferia. Atrav\u00e9s da escrita e da escuta ativa, ela pauta a tecnologia contando a hist\u00f3rias de moradores e projetos das periferias e favelas, para transformar seu imagin\u00e1rio sobre a quebrada."}],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1325","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1325"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1325\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3811,"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1325\/revisions\/3811"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1321"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1325"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1325"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1325"},{"taxonomy":"author","embeddable":true,"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/ppma_author?post=1325"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}