
{"id":1266,"date":"2020-09-11T15:07:04","date_gmt":"2020-09-11T18:07:04","guid":{"rendered":"https:\/\/beta.desenrolaenaomenrola.com.br\/2020\/09\/11\/podcast-vira-estrategia-para-engajar-politicamente-mulheres-nas-periferias\/"},"modified":"2024-06-29T21:11:58","modified_gmt":"2024-06-30T00:11:58","slug":"podcast-vira-estrategia-para-engajar-politicamente-mulheres-nas-periferias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/quebrada-tech\/podcast-vira-estrategia-para-engajar-politicamente-mulheres-nas-periferias\/","title":{"rendered":"Podcast vira estrat\u00e9gia digital para engajar mulheres nas periferias"},"content":{"rendered":"<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"text\">\n<p><em data-redactor-tag=\"em\" data-verified=\"redactor\">Comunicadoras que atuam nos distritos de Parelheiros e Cap\u00e3o Redondo est\u00e3o apostando no podcast como uma ferramenta que pode ser mais acess\u00edvel e democr\u00e1tica para criar um di\u00e1logo mais pr\u00f3ximo e afetivo com moradoras das quebradas de S\u00e3o Paulo.&nbsp;<\/em><\/p>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"readmore\"><\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"image\" style=\"text-align: center;\">\n<div class=\"eb-image style-clear\">\n<div class=\"eb-image-figure is-responsive\">\n<p>\t\t\t\t\t<a class=\"eb-image-viewport\"><\/a><\/p>\n<p><a class=\"eb-image-viewport\"><br \/>\n<\/a><a class=\"eb-image-viewport\">\t\t<\/a><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"text\">\n<p style=\"margin-left: 20px;\"><span data-redactor-tag=\"span\" data-verified=\"redactor\" data-redactor-style=\"font-size: 12px\" style=\"font-size: 12px;\"><span data-redactor-tag=\"span\" data-verified=\"redactor\" data-redactor-style=\"color: #5a1f8c\" style=\"color: rgb(90, 31, 140);\"><strong data-redactor-tag=\"strong\" data-verified=\"redactor\">&nbsp;<\/strong><\/span><\/span><span data-redactor-tag=\"span\" data-verified=\"redactor\" data-redactor-style=\"font-family: Trebuchet MS\" style=\"text-align: inherit; letter-spacing: 0px; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;;\"><span data-redactor-tag=\"span\" data-verified=\"redactor\" data-redactor-style=\"font-size: 12px\" style=\"font-size: 12px;\"><strong data-redactor-tag=\"strong\" data-verified=\"redactor\"><span data-redactor-tag=\"span\" data-verified=\"redactor\" data-redactor-style=\"color: #5a1f8c\" style=\"color: rgb(90, 31, 140);\">A Coletiva Subversiva \u00e9 formada por jovens comunicadoras de Parelheiros, zona sul de S\u00e3o Paulo (Arquivo pessoal)<\/span><\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p><span data-redactor-tag=\"span\" data-verified=\"redactor\" data-redactor-style=\"font-family: Trebuchet MS\" style=\"font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;;\"><span data-redactor-tag=\"span\" data-verified=\"redactor\" data-redactor-style=\"font-size: 12px\" style=\"font-size: 12px;\"><\/span><\/span><\/p>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"text\" style=\"text-align: left;\">\n<p>&#8220;N\u00e3o queremos e n\u00e3o podemos falar pelo territ\u00f3rio, devemos falar com o territ\u00f3rio, falar com as mulheres que aqui est\u00e3o&#8221;, afirma Beatriz Klein, 18, moradora nascida e criada em Parelheiros, distrito da zona sul de S\u00e3o Paulo. Ela \u00e9 integrante da Coletiva Subversiva, um grupo de cinco mulheres comunicadoras da regi\u00e3o que criaram o podcast <span data-redactor-tag=\"span\" data-verified=\"redactor\" data-redactor-style=\"color: #599eec\" style=\"color: rgb(89, 158, 236);\"><a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/episode\/41X0iflPYiWfsStRA1wxgl?si=kRzN6NPiT7eJPzOZrGGUwg&amp;nd=1&amp;nd=1\" title=\"\" class=\"\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><span data-redactor-tag=\"span\" data-verified=\"redactor\" data-redactor-style=\"color: #5299e8\" style=\"color: rgb(82, 153, 232);\">&#8216;Balb\u00fardia Coletiva&#8217;<\/span><\/a>,<\/span> com o intuito de subverter o termo e informar principalmente as mulheres do bairro.<\/p>\n<p>Maternidade da mulher negra, autocuidado da mulher perif\u00e9rica, educomunica\u00e7\u00e3o e educa\u00e7\u00e3o sexual foram alguns dos temas que j\u00e1 foram abordados pelo podcast Balb\u00fardia. Segundo a produtora, os conte\u00fados servem como pontes entre mulheres, para que elas possam expressar suas subjetividades atrav\u00e9s da sua voz em um espa\u00e7o digital. &#8220;As convidadas s\u00e3o mulheres que s\u00e3o refer\u00eancia para n\u00f3s e que nos inspiram, mulheres perif\u00e9ricas que sempre somam com o territ\u00f3rio de forma positiva e transformadora&#8221;, afirma Beatriz.<\/p>\n<p>O podcast \u00e9 dividido em blocos. O que faz a transi\u00e7\u00e3o de um bloco para o outro \u00e9 uma m\u00fasica de autoria das pr\u00f3prias convidadas e de outros artistas do territ\u00f3rio. O bate papo que d\u00e1 origem a entrevista \u00e9 realizado atrav\u00e9s de uma reuni\u00e3o no Google Meet. &#8220;Conseguimos gravar esse bate papo, ent\u00e3o a conversa fica mais org\u00e2nica e conseguimos interagir muito mais e respeitamos o isolamento&#8221;, conta Beatriz, ressaltando a import\u00e2ncia de entender o podcast como um processo de di\u00e1logo coletivo.<\/p>\n<p>As plataformas mais acessadas pelos podcast s\u00e3o Spotify, Other, Google Podcasts, Anchor e Overcast. A periodicidade dos epis\u00f3dios \u00e9 quinzenal, por\u00e9m a maior dificuldade encontrada pelo grupo para produzir n\u00e3o \u00e9 a elabora\u00e7\u00e3o de conte\u00fado, mas sim a conex\u00e3o de internet que muitas vezes costuma cair no momento das reuni\u00f5es online que d\u00e3o origem as entrevistas. &#8220;Na maioria das grava\u00e7\u00f5es ca\u00edmos da reuni\u00e3o em muitos momentos, isso atrapalha porque perdemos a meada da conversa durante a grava\u00e7\u00e3o&#8221;, relata Beatriz.<\/p>\n<p>Mesmo com as dificuldades para acessar uma internet de qualidade, a coletiva mant\u00e9m o podcast na ativa, pois elas s\u00e3o inspiradas a todo o momento pela troca de saberes, por meio da comunica\u00e7\u00e3o. &#8220;Acreditamos na import\u00e2ncia de trocar saberes e alimentar o nosso aquilombamento&#8221;, ressalta a produtora de conte\u00fado, afirmando a import\u00e2ncia de destacar pessoas negras como refer\u00eancias nos conte\u00fados que elas produzem. &#8220;Buscamos em conjunto racializar nossas pautas e lembrar sempre que antes de qualquer caracter\u00edstica ou situa\u00e7\u00e3o social, o que chega primeiro \u00e9 a cor da pele&#8221;.<\/p>\n<p><span>Essa refer\u00eancia da coletiva de &#8216;aquilombamento&#8217; na informa\u00e7\u00e3o contribui para elas usarem recursos da escuta ativa na produ\u00e7\u00e3o dos podcats. &#8220;Quilombos duraram e resistiram por d\u00e9cadas nesse pa\u00eds, eles se ensinavam e se escutavam, aprenderam a lutar, a plantar, sempre lembro que Tereza de Benguela criou um parlamento dentro do quilombo para que tomassem decis\u00f5es justas e alinhadas&#8221;, finaliza Beatriz.<\/span>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"heading\">\n<h2>&nbsp;&#8220;Minha grande preocupa\u00e7\u00e3o sempre foi levar informa\u00e7\u00e3o de qualidade&#8221;<\/h2>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"image\" style=\"text-align: center;\">\n<div class=\"eb-image style-clear\">\n<div class=\"eb-image-figure is-responsive\">\n<p>\t\t\t\t\t<a class=\"eb-image-viewport\"><br \/>\n<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/b2ap3_large_creditos-Alex-silva-2.jpeg\"><br \/>\n<\/a><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"text\">\n<p style=\"margin-left: 20px;\"><span data-redactor-tag=\"span\" data-verified=\"redactor\" data-redactor-style=\"color: #500ca8\" style=\"color: rgb(80, 12, 168);\">A jornalista Gisele Alexandre produz o podcast Manda Not\u00edcias em sua casa ( Alex Silva)<\/span><\/p>\n<\/div>\n<div class=\"ebd-block   \" data-type=\"text\">\n<p>&#8220;Fiz um lista de distribui\u00e7\u00e3o no Whatsapp com 200 n\u00fameros de amigos, colegas e familiares. Essas pessoas me acionavam mais, e mandei o podcast pra eles&#8221;, descreve a jornalista Gisele Alexandre, apontando como foi o in\u00edcio dos trabalhos para distribuir o podcast<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/108804457453856\/posts\/166546298346338\/\" title=\"\" class=\"\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><span data-redactor-tag=\"span\" data-verified=\"redactor\" data-redactor-style=\"color: ##5CA1E\" style=\"\"> <\/span><span data-redactor-tag=\"span\" data-verified=\"redactor\" data-redactor-style=\"color: #4a92e3\" style=\"color: rgb(74, 146, 227);\">Manda Not\u00edcias<\/span><\/a><span data-redactor-tag=\"span\" data-verified=\"redactor\" data-redactor-style=\"color: #4a92e3\" style=\"color: rgb(74, 146, 227);\">.<\/span> A moradora do Parque Munhoz, localizado do distrito Cap\u00e3o Redondo, zona sul de S\u00e3o Paulo, criou um boletim informativo em \u00e1udio com as principais not\u00edcias sobre os acontecimentos da pandemia de coronav\u00edrus.<\/p>\n<p>Tudo come\u00e7ou quando ela come\u00e7ou a se perguntar como iria como iria contribuir para levar informa\u00e7\u00e3o para o seu bairro. Neste meio tempo, ela come\u00e7ou a receber mensagens no seu Whatsapp de pessoas que estavam com d\u00favidas sobre o novo coronav\u00edrus. &#8220;Ai eu pensei: via \u00e1udio parece que eu consigo esclarecer as d\u00favidas e passar isso pra mais gente, a\u00ed foi que surgiu a ideia de montar um podcast&#8221;, relembra Gisele.<\/p>\n<p>Ela levou uma semana para elaborar a ideia do podcast, come\u00e7ando pelo aprendizado t\u00e9cnica de aprender a usar softwares para edi\u00e7\u00e3o de \u00e1udios, e colocou no ar.<\/p>\n<p>Os retornos de moradores sobre o conte\u00fado foram surgindo organicamente, e a partir desses feedbacks a jornalista foi entendendo novas possibilidades para ter um maior alcance de distribui\u00e7\u00e3o de conte\u00fado, construindo uma p\u00e1gina de divulga\u00e7\u00e3o no Facebook e mensagens instant\u00e2neas no Whatsapp .<\/p>\n<p>&#8220;Minha grande preocupa\u00e7\u00e3o sempre foi levar informa\u00e7\u00e3o de qualidade&#8221;, afirma Gisele, ao relembrar das suas maiores dificuldades para a produ\u00e7\u00e3o do podcast na pandemia, que foi a falta de dados p\u00fablicos para conseguir passar uma informa\u00e7\u00e3o de qualidade para seus ouvintes.<\/p>\n<p>Para lidar com essa falta de transpar\u00eancia do poder p\u00fablico, a jornalista adotou novas estrat\u00e9gias para capta\u00e7\u00e3o de dados de forma org\u00e2nica e consistente. &#8220;Eu me inscrevi em todos os meios de informa\u00e7\u00e3o oficial, o telegram do governo do estado, ficava no p\u00e9 da prefeitura, com e-mails diretamente pra prefeitura n\u00e9, pra secretaria de sa\u00fade e foi isso&#8221;, detalha.<\/p>\n<p>Al\u00e9m do intuito de democratizar o acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o, a jornalista ressalta a necessidade de potencializar e fazer com que vozes femininas ocupem o espa\u00e7o na comunica\u00e7\u00e3o digital. &#8220;O machismo ele existe em todas as rela\u00e7\u00f5es. E isso n\u00e3o \u00e9 diferente na comunica\u00e7\u00e3o, pelo contr\u00e1rio&#8221;, afirma Gisele.<\/p>\n<p>Ela considera que os melhores meios para se ter mais pluralidade de vozes se expressando na comunica\u00e7\u00e3o digital \u00e9 a partir da autoafirma\u00e7\u00e3o das mulheres nesses lugares. &#8220;O que a gente consegue \u00e9 entender um pouco mais esse nosso lugar, e se expressar a partir disso&#8221;.<\/p>\n<p>Recentemente o epis\u00f3dio do podcast Manda Not\u00edcias que traz a pauta de viol\u00eancia contra mulher foi premiado como segundo melhor podcast pelo Instituto Jatob\u00e1s, organiza\u00e7\u00e3o que vem investindo em projetos de combate \u00e0s desigualdades sociais nas periferias de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>Ela relata que ap\u00f3s produzir 60 epis\u00f3dio durante cinco meses com conte\u00fados exibidos toda segunda-feira, quarta-feira e sexta-feira, foi poss\u00edvel formar uma lista de transmiss\u00e3o com 500 pessoas. Ap\u00f3s esses ac\u00famulos, Gisele resolveu encerrar essa temporada para pensar em novas abordagens que tenha mais elementos para uma comunica\u00e7\u00e3o eficiente.<\/p>\n<p><span>&#8220;Eu encerrei a primeira fase do Manda Not\u00edcias pra pensar em um manda not\u00edcias do futuro, \u00e9 o que eu posso contribuir para essas rela\u00e7\u00f5es que estabeleci \u00e9 contribuir dentro do podcast&#8221;, finaliza.<\/span><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Comunicadoras que atuam nos distritos de Parelheiros e Cap\u00e3o Redondo est\u00e3o apostando no podcast como uma ferramenta que pode ser mais acess\u00edvel e democr\u00e1tica para criar um di\u00e1logo mais pr\u00f3ximo e afetivo com moradoras das quebradas de S\u00e3o Paulo.&nbsp; &nbsp;A Coletiva Subversiva \u00e9 formada por jovens comunicadoras de Parelheiros, zona sul de S\u00e3o Paulo (Arquivo [&hellip;]&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":1264,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[25],"ppma_author":[76],"class_list":["post-1266","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-quebrada-tech","tag-quebrada-tech"],"acf":[],"authors":[{"term_id":76,"user_id":4,"is_guest":0,"slug":"tamires-reportergmail-com","display_name":"Tamires Rodrigues","avatar_url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/35c215435a0f86a060c20a4bd4798603805a5f3102383dc9b62822b867089d1e?s=96&d=mm&r=g","first_name":"Tamires","last_name":"Rodrigues","user_url":"http:\/\/","job_title":"","description":"<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/tamires.rodrigues.10421\"><i><\/i> \/tamires.rodrigues.10421<\/a>\r\n<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/tamy_rodriigues\/\"><i> <\/i> @tamy_rodriigues<\/a>\r\nTamires Rodrigues, 23, \u00e9 estudante de an\u00e1lise e desenvolvimento de sistemas e moradora do Jardim \u00c2ngela, zona sul de S\u00e3o Paulo. Em 2018, ela se formou em Pr\u00e1ticas Jornal\u00edsticas Nas Periferias pelo programa de forma\u00e7\u00e3o Voc\u00ea Rep\u00f3rter da Periferia. Atrav\u00e9s da escrita e da escuta ativa, ela pauta a tecnologia contando a hist\u00f3rias de moradores e projetos das periferias e favelas, para transformar seu imagin\u00e1rio sobre a quebrada."}],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1266","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1266"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1266\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3766,"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1266\/revisions\/3766"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1264"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1266"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1266"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1266"},{"taxonomy":"author","embeddable":true,"href":"https:\/\/desenrolaenaomenrola.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/ppma_author?post=1266"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}