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Educação: a arma poderosa contra as violências

Tudo passa pela educação, cada parte da sociedade acaba refletindo nela assim como ela reflete a sociedade, é uma troca constante, não existe escola, por exemplo, sem comunidade. Pensar educação é pensar que passei por ela, alguém facilitou meu conhecimento para que hoje eu conseguisse escrever esse breve texto.

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A população preta e periférica vai criar a ‘lei dos pobres’ do século XXI

Há mais de 400 anos nascia na Inglaterra uma das primeiras leis de combate a pobreza no mundo. Numa comparação com o cenário brasileiro atual, vamos refletir sobre como governos e empresas atuam historicamente contra os interesses da população pobre, que mesmo debilitada, cria estratégias para sobreviver e construir o amanhã.

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Sopa sem letrinhas: a magia de não falar

Experimente o som das coisas na sua casa, sem planejar, experimente as texturas das coisas, temperaturas, cores, cheiros, sentimentos que te passam, como bem cunhou Renata Laurentino, mana de inventividades, tudo isso é "nutrição para imaginação", nossa, das crias.

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Mulheres em lockdown

Existe um lockdown invisível que atua sobre os corpos nas cidades, isolando e confinando em um estado de pobreza e sofrimento longe das boas novas da modernidade e do direito humano.

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Professores dão aula de solidariedade nas ruas da zona sul de São Paulo

Os professores Alessandro Rubens e Douglas Passos, estão dando aula de solidariedade, de compromisso com a periferia e com a população que mais necessita.

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Uma carta para Emicida

E para todas aquelas pessoas que são de quebrada e "ousam" sonhar.

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Você escuta músicas em outros idiomas?

Gostaríamos muito de compreender esta dinâmica, porque somos de fato um grupo de hip hop multilíngue e multinacional, visto que falo inglês como primeira língua e espanhol, e a Lena fala português e italiano.

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O CARNAVAL, SEM CARNAVAL

Os biomas brasileiros se misturam com a musicalidade tornando o carnaval uma miscelânea da história brasileira. Os blocos de carnaval de rua, hoje representam a difusão ou um lembrete da importância dessa cultura, sem ingresso, para todos, com ou sem fantasia, com ou sem bebedeira. Eu acompanho nas ruas a maior manifestação cultural brasileira.

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Gambiologia e a inovação das estratégias periféricas de sobrevivência

O "jeitinho brasileiro" dito muitas vezes de forma irônica ou pejorativa no dito popular é, na verdade, uma ciência tão potente que sustenta uma parte da cidade em que o direito ao urbano é negado. A gambiarra é a capacidade do improviso diário, de se adaptar às adversidades de um contexto de ausências.

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Nossas histórias escritas por nós: é possível construir novas narrativas na universidade?

Com a recente entrada de jovens periféricos na universidade novos sonhos começaram a ser possíveis, um caminho que está sendo trilhado e será escrito pelas nossas mãos e que é fruto de muita luta das gerações passadas, é importante que os nossos acessem o ensino superior para que as estruturas mudem, para que possamos erguer os nossos também por meio da universidade junto ao nosso saber popular. 

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Mulheres em Círculo: a experiência de coletivos de mulheres

Sempre tive muitas mulheres à minha volta. Fui criada pela minha mãe, por amigas da minha mãe, pelas mães de creche e professoras: todas elas me ajudaram na passagem da infância para a adolescência.
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Bololo pá pá pá: fim de ano na quebrada e as múltiplas famílias

O Natal desse ano vai ser bem esquisito, mas nem por isso a quebrada deixa de comemorar. Ao invés de ir para rua, ver a família, se aglomerar do jeito que a quebrada gosta, que tal se unir com os seus em casa mesmo e pedir por um 2021 sem coronavírus?

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Procurando presentes para o final do ano? Compre dos afro-vendedores

Estamos há poucos dias para o fim do ano. Mesmo em plena pandemia, é possível sentir aquela correria frenética das pessoas em busca de presentes e roupas para as festividades.

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Como nos lembra Emicida: "Tudo, tudo, tudo, tudo que nós tem é nós"

Na esteira do lema Nós Por Nós, diversos coletivos, associações de bairros, ONG, Igrejas, comitês populares, movimentos periféricos, quase sempre sem apoio do poder público, constroem alternativas e formas de organização solidárias em suas comunidades.

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Periferia, protagonismo nas eleições de SP

Nessas aventuras e desafios que o dia a dia apresenta, vou contar minha travessia como cocanditada no pleito político para vereança de São Paulo com o Coletivo mais direito a cidade.

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Desculpa, estou atrasado

Escrevi esse texto dentro de um ônibus pois estava atrasado para entregá-lo. Ao começar a escrita, me veio a reflexão: o tempo está passando rápido ou nós que estamos apressados?

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Por que falar de política é tão chato?

 Sabemos que política é tudo que se faz na cidade, política não é somente eleição, os três poderes ou debates exaustivos de quatro horas. Política é comprar um pão e perceber que está caro, é mandar os filhos estudarem, é usar o SUS. Somos seres políticos e fazemos política o tempo todo, então por quê falar disso é tão chato?

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O que é “Black Money”?

Tem muita gente aqui no Brasil que parece não entender a ideia do "dinheiro preto". Já ouvi pessoas dizerem coisas como, imagine se criássemos o termo "dinheiro branco"  ou disséssemos coisas como "isso é racismo reverso". Esses comentários são apenas reflexos do racismo que já existe dentro dessa pessoa.

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Legado

Comunidade, esse mês foi difícil escrever, primeiro pela diversidade de assuntos que poderia conter nesse texto. Minha cocandidatura política, COVID-19, política brasileira, machismo estrutural, futebol e privilegio branco que vivemos. Enfim, muitos temas, todos mergulhados em uma mulher negra indígena e periférica, que nasceu na periferia e foi criada na favela.

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Sobre quando não amei essa criança

Uma semana antes de termos a certeza pelo teste rápido eu havia sonhado com ele: alto, com uns dois metros de altura, quase como quando sonho com os Orixás, ele era um D'us negro, seu corpo a minha frente se derreteu como sorvete na frente da fogueira e se transformou em um bebê que saiu engatinhando pela sala.