"Agnes Roldan, é voluntária em organizações do terceiro setor desde a adolescência, em 2017 foi aluna da Rede Ubuntu - Cursinhos Populares. Em 2018 entrou na graduação em licenciatura em ciências sociais, também participou da turma piloto da Escola Comum um projeto que reuniu jovens de periferia com intuito de fortalecer as lideranças jovens na quebrada. Em 2019 retornou para Rede Ubuntu como coordenadora e atualmente coordena o Polo Santo Dias (Jardim Ângela) e o Polo Dona Edite (Céu Capão Redondo). É uma das organizadoras do Sarau Apoema - Jardim Ângela."
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Bolsonaro: para além do burro, para além do louco, para além do incompetente

Esperamos que um presidente não seja um fascista, mas é fato que ele nunca se escondeu, nunca disse que seria melhor do que foi e nunca se negou a usar todos os meios possíveis para ser o que é.

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O poder do ouvir: um relato de algumas horas no centro de São Paulo

No dia 12 de agosto de 2021, novamente fiz algumas caminhadas no centro da cidade de São Paulo e não pude deixar de notar a presença da política ao meu redor. 

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Um convite ao afeto: às vezes é bom poder se afetar

Este texto é um pouco diferente dos demais da coluna, ele irá falar sobre afetos, sobre a importância da construção afetiva.

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O poder do olhar: um relato de alguns minutos na Avenida Paulista

 A fome me entristece, não por existir, mas por ser o fim que possui um planejamento governamental.

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Funk: o problema é ser da favela

Funk é cultura, expressão, política, arte e as vozes de muitos jovens de quebrada. Se existe alguma preocupação real sobre os malefícios do funk, antes precisaremos falar sobre os malefícios da fome.

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Educação: a arma poderosa contra as violências

Tudo passa pela educação, cada parte da sociedade acaba refletindo nela assim como ela reflete a sociedade, é uma troca constante, não existe escola, por exemplo, sem comunidade. Pensar educação é pensar que passei por ela, alguém facilitou meu conhecimento para que hoje eu conseguisse escrever esse breve texto.

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Nossas histórias escritas por nós: é possível construir novas narrativas na universidade?

Com a recente entrada de jovens periféricos na universidade novos sonhos começaram a ser possíveis, um caminho que está sendo trilhado e será escrito pelas nossas mãos e que é fruto de muita luta das gerações passadas, é importante que os nossos acessem o ensino superior para que as estruturas mudem, para que possamos erguer os nossos também por meio da universidade junto ao nosso saber popular. 

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Por que falar de política é tão chato?

 Sabemos que política é tudo que se faz na cidade, política não é somente eleição, os três poderes ou debates exaustivos de quatro horas. Política é comprar um pão e perceber que está caro, é mandar os filhos estudarem, é usar o SUS. Somos seres políticos e fazemos política o tempo todo, então por quê falar disso é tão chato?

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A periferia do esperançar

Em um dos momentos mais difíceis que já vivemos na periferia a esperança floresce, ela tem rostos, tem histórias, tem lágrimas e tem muitas mãos. 

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Educação de qualidade: Algo que poucos podem comprar

Em meio à crise educacional causada pelo descaso do governo com a segurança e saúde da população das periferias, problemas que antes eram escondidos por trás de um discurso onde os professores eram vilões, que iriam ensinar o comunismo começaram a mostrar sua verdadeira face, talvez só um prédio não seja uma escola.  

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